Você não manda em mim

Estava vendo o Fantástico… ou qualquer destes programecos de domingo à noite. Fiquei revoltada e aterrorizada com a cena da moça correndo para dentro de um posto de saúde enquanto o ex-marido corria atrás dela com uma arma. Ele deu 5 tiros na moça e saiu correndo. Ao ser preso alegou que nunca faria isso, que aquele não “era ele”.

Isso não é amor, como muita gente acha que é. Isso é sentimento de posse. Isso é machismo, isso é egoísmo. Isso é típico de gente que nunca ouviu um não na vida, que não reconhece o fim das coisas, que não sabe respeitar o outro. Se eles estavam separados, havia um motivo e ele, dependente de uma situação que ele achava ser amor, pensou que se não podia tê-la, ninguém mais teria.

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Onde está o amor?

Me pergunto sobre isso com frequência. Não digo isso com relação ao amor entre um casal de namorados. Amo o meu, a gente vive bem junto, com suas brigas ocasionais e tudo mais, mas falo do amor em geral. O amor, aquele sentimento bom que nos assola quando fazemos algo bom por nós, pelo outro, quando temos amor por nosso trabalho, por nossos bichos, por nossa vida.

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Por que eu preciso do feminismo?

É engraçado isso, sabe? Eu vejo a mulherada xingando as feministas, falando o caraio a 4 sobre como as feministas são mal comidas (claro, sexo é a ÚNICA COISA que mantém uma mulher feliz), mal amadas (de novo, só um MACHO pra fazer uma mulher feliz), que são peludas (imposição cultural), feias (imposição cultural), que reclamam de tudo (reclamamos mesmo!).

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