Por que usar bindi não é apropriação cultural?

Fiquei bolada outro dia com várias fotos da Selena Gomez usando bindi o tempo inteirinho. São fotos de um tempinho já, mas ela usava nos shows, na rua, em eventos, em tudo. E disseram que ela tava de apropriação cultural. Apropriação cultural é quando as pessoas se apropriam, por exemplo, de símbolos religiosos – geralmente gente branca, tá – e usam cotidianamente. Existe um significado por trás de um cocar indígena ou de um turbante tipicamente dos países da África. E se apropriar deles é feio, fruto de privilégio branco, de gente mal educada mesmo. Continuar lendo

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Dez espiãs da vida real que mereciam um filme

Em um mundo saturado de espionagem com James Bond, são poucos os nomes conhecidos de espiãs. E estas espiãs, compiladas pelo site io9, merecem um filme só delas, pois tiveram vidas fascinantes. Mesmo que não concordemos com suas táticas ou ações, elas precisam ser conhecidas.  Continuar lendo

Hedy Lamarr, a mãe da telefonia celular

Vi hoje pelas redes sociais que 9 de novembro seria o centenário da atriz, cientista e inventora Hedy Lamarr, a responsável por você poder usar hoje um telefone celular e falar em qualquer lugar, sem estar preso à uma linha telefônica física. Hedy, no entanto, é sempre lembrada por usa inigualável beleza nas telas e que ela foi a inspiração para a Branca de Neve, de Walt Disney.  Continuar lendo

10 mulheres revolucionárias que você provavelmente não conhece

Todo mundo conhece os grandes revolucionários da história, como Che Guevara, mas a contribuição de mulheres em revoluções costuma ser sempre diminuída, quando não totalmente apagada. Certamente, muitas mulheres lutaram e morreram por um mundo melhor e também existem aquelas que foram protagonistas em vários movimentos. Algumas pegaram em armas, outras usaram a força das palavras, mas todas lutaram por algo em que acreditavam. Continuar lendo

Resoluções de 2014

Não sou muito dada a resoluções de fim de ano para o ano seguinte. Me conhecendo como me conheço, sei que não consigo seguir a maioria delas. Mas sou muito boa em ser perseverante quando enxergo os benefícios e resolvi fazer algumas coisas este ano para tentar botar ordem na minha vida. Vejo tantas dicas boas por aí, por que não segui-las, não é mesmo.  Continuar lendo

Nua, pelada, despida e sem roupa

Estava eu, bela (!) e alegre tomando um café e lendo meu lindo livrinho, quando ouço dois caras na mesa atrás da minha comentando sobre alguém posando nua, não lembro se na Playboy ou na Sexy. Nas frases deles, estava a palavra pelada, várias vezes, intercalada com risinhos. O tom de suas palavras eram sempre carregadas de safadeza, desejo, tesão, dizendo que comeriam aquela bunda fácil-fácil.

Infelizmente, esse papo me desconcentrou e comecei a ouvir os dois. Falaram sobre a vagina na moça, sobre o canal da uretra dela e os pequenos lábios serem saltados pra fora, a depilação da moça (claro que não foram estas as palavras exatas), sobre a curva da bunda, sobre os peitinhos durinhos e bronzeados… Tá certo, as revistas realmente colocam as mulheres em posições sensuais para criar toda uma aura de fantasia, de mostrar o que poucos poderiam ver. Apesar de alguns ensaios realmente serem sensuais, os outros parecem vulgares. Mas por que isso? Continuar lendo