Por que usar bindi não é apropriação cultural?

Fiquei bolada outro dia com várias fotos da Selena Gomez usando bindi o tempo inteirinho. São fotos de um tempinho já, mas ela usava nos shows, na rua, em eventos, em tudo. E disseram que ela tava de apropriação cultural. Apropriação cultural é quando as pessoas se apropriam, por exemplo, de símbolos religiosos – geralmente gente branca, tá – e usam cotidianamente. Existe um significado por trás de um cocar indígena ou de um turbante tipicamente dos países da África. E se apropriar deles é feio, fruto de privilégio branco, de gente mal educada mesmo. Continuar lendo

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Hedy Lamarr, a mãe da telefonia celular

Vi hoje pelas redes sociais que 9 de novembro seria o centenário da atriz, cientista e inventora Hedy Lamarr, a responsável por você poder usar hoje um telefone celular e falar em qualquer lugar, sem estar preso à uma linha telefônica física. Hedy, no entanto, é sempre lembrada por usa inigualável beleza nas telas e que ela foi a inspiração para a Branca de Neve, de Walt Disney.  Continuar lendo

Marilyn Monroe, uma diva

Eu sempre achei Marilyn Monroe um exemplo ótimo de mulher. Assim como Cleópatra, criou-se uma aura ao seu redor de sedução fatal e pouca coisa se fala delas além disso. Mas Plutarco dizia que se Cleópatra entrasse em um ambiente, ninguém notaria sua beleza, pois ela não era visível, estampada em seu rosto. Sua beleza e sua força vinham de seu intelecto, de sua excelente capacidade de administrar um reino, por ser poliglota e a única da casa de Ptolomeu que se interessou em aprender os dialetos egípcios. Continuar lendo

A mulher e o cabelo – uma relação de servidão

Eu ligo muito pouco para comprimento do cabelo. Gosto de mantê-lo limpo e hidratado, mas não tenho medo de cortar. Se tive, foi quando criança, afinal criança costuma ter medo de tudo. Na época, achava que o único cabelo possível era comprido e ponto final. Acho também que foi a única época em que o deixei tão grande, porque aos 12 anos ele estava na altura do queixo e 22 anos depois não passa do ombro, momento em que já me enerva e mando cortar. Continuar lendo